"Peçam ao contra almirante para também tomar conta da DGS" afirma Álvaro Covões

O DIRIGENTE DA EVERYTHING IS NEW ESCREVEU VÁRIAS CRÍTICAS DIRIGIDAS ÀS MAIS RECENTES MEDIDAS IMPOSTAS PELO GOVERNO

Madalena Costa


Num ano marcado por um novo adiamento dos festivais de música, os profissionais deste setor focam-se noutros espetáculos – mais pequenos, intimistas e controlados para evitar possíveis contágios de Covid-19.


Ora, se até ao momento, os portugueses que assistiam tinham apenas de utilizar máscara e de cumprir o distanciamento social, agora, a realidade é outra.


As mais recentes medidas impostas pelo Governo dão conta de que a entrada de espectadores em salas de espetáculo, com mais de 500 pessoas, só é possível mediante a apresentação de um teste negativo ou do certificado digital.


Perante esta nova regra, Álvaro Covões, diretor da Everything is New e dirigente da Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos, foi uma das vozes que se levantaram.


Para o empresário, o nosso país está “sem rei nem roque”, tendo em conta que, até ao momento, tem sido seguro realizar espetáculos com as medidas, até então, impostas.


As várias críticas dirigidas ao governo e, sobretudo, a Ferro Rodrigues, que pediu “uma deslocação massiva a Sevilha”, para assistir ao jogo entre Bélgica e Portugal, prendem-se com o facto da obrigação de apresentar testes negativos em espetáculos e de não se olhar para os milhares de pessoas que estão a circular para fora do nosso país.


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