Pai constrói robot para filho de cadeira de rodas andar pela primeira vez

OSCAR, DE 16 ANOS, ANSIAVA MUITO PELA SUA INDEPENDÊNCIA E FEZ O PEDIDO AO PAI


Oscar Constanza, de 16 anos, sofre de uma doença genética neurológica que faz com que os seus nervos não enviem sinais suficientes às suas pernas e, por isso, não consegue andar.


A sua rotina depende sempre de terceiros e Oscar, como qualquer outro adolescente, também anseia pela sua independência. Até que se lembrou de algo que poderia mudar - e mudou - a sua realidade. Pediu ao pai, que é engenheiro de robótica, para criar um robot que lhe permitisse andar.

O pai, Jean-Louis, acedeu ao pedido do filho e não desistiu enquanto não criou um exoesqueleto. A estrutura fica presa aos ombros, peito, cintura, joelhos e pés de Oscar e obedece às ordens dadas pelo jovem. Quando Oscar quer andar só tem de dizer “Robot, levanta-te” e a estrutura, devagar e em segurança, levanta-o.



Se antes, Oscar precisava de ajuda para andar, agora a história é outra. O amor e conhecimento deste pai permitiu dar uma nova vida ao filho. E este poderá ser o futuro. Há cada vez mais empresas a desenvolverem exoesqueletos como alternativas às cadeiras de rodas. Ainda não estão a ser comercializados, mas poderá ser uma questão de tempo, para que mais pessoas possam ter o mesmo final feliz e experienciarem pela primeira vez a sensação de andar.


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