De vestidos a hijabs: no badminton as mulheres já se vestem como querem

HÁ ALGUNS DESPORTOS QUE AINDA TÊM REGRAS DE VESTUÁRIO, MAS ISSO PODE ESTAR PRESTES A MUDAR


Há desportos que têm regras rigorosas de vestuário. Recentemente, tem-se discutido muito esta questão, por parte de algumas modalidades, que impõem uniformes que muitas vezes não são confortáveis para os próprios atletas. Esta tem sido uma polémica recente sobretudo com as mulheres. Como é o caso do andebol de praia feminino, ou a ginástica, depois da selecção alemã se ter apresentado nos Jogos Olímpicos com fatos completos como forma de protesto pela liberdade de escolha.


O objetivo é dar a liberdade aos atletas de escolherem aquilo que querem vestir e com que se sentem mais confortáveis.


Esta parece uma realidade distante para algumas modalidades, mas para outras não. Como é o caso do badminton. Aqui, os atletas, sobretudo as mulheres, podem usar o que quiserem. Nem sempre foi assim: há uma década, a Federação Mundial de Badminton queria determinar que as jogadoras usassem sempre saias, para tornar o desporto mais “feminino e “atraente”. As atletas protestaram e a medida não foi para a frente. Hoje, o badminton é dos desportos mais livres no que toca à escolha do vestuário.


No campo de badminton dos Jogos Olímpicos, viu-se de tudo. Desde saias-calções, vestido e hijabs.



Este é um caminho ainda longo para percorrer. Certo é que o apito inicial já foi dado a caminho de uma meta, que é a liberdade de escolha em qualquer desporto.


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