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Estudo: batatas fritas podem ser mais saudáveis que uma salada

Perder peso! Ah essa missão (quase) impossível. Agora que estamos no verão (esquisito é certo, mas estamos), que as idas à praia ou as roupas mais curtas nos expõem às vezes em demasia, estamos naquela altura do ano em que pensamos nos quilitos que temos a mais. Quem nunca tentou cortar naqueles alimentos que fazem encolher a roupa?

O problema está em fechar a boca. Resistir àquele pão quentinho com manteiga, aos gelados fresquinhos, às pizzas crocantes com bacon estaladiço. Difícil, não?

No topo da lista, as batatas fritas são dos alimentos que toda a gente sabe que fazem ganhar peso. Mas pode não ser assim.

De acordo com um novo estudo científico, que é definitivamente bom demais para ser verdade, as famosas batatas fritas, carregados de hidratos de carbono, podem ser a melhor opção da próxima que te estiver a apetecer comer algo saboroso e passar ao lado de uma salada leve e fresca, sem topping (que os molhos que se põem nas saladas também podem engordar).


Os teus novos cientistas preferidos são de Israel, no Instituto Weizmann e são liderados pelo professor Eran Segal. Este génio da nutrição e a sua espetacular equipa chegaram à saborosa conclusão depois de monitorizar o aumento dos níveis de açúcar no sangue de 800 pessoas diferentes que consumiram refeições idênticas. Eles também monitorizaram a atividade física, hábitos de sono e atividade na casa de banho de todos os participantes do estudo.

Esta deliciosa investigação concluiu as pessoas reagem de maneira muito diferente aos mesmos alimentos: o que causa um pico acentuado de glicose numa pessoa pode não causar a mesma resposta noutra.



Bom demais para ser verdade, não? Os dados são reveladores. Neste estudo, os níveis de açúcar no sangue de um participante aumentaram depois de comer bananas, mas não depois de comer biscoitos, enquanto outro participante teve uma reação oposta. Outros experimentaram um pico de glicose depois de comer sushi, mas não depois de comer sorvete, e vice-versa.

Diz o professor Segal, “as enormes diferenças que encontramos nas subidas de níveis de açúcar no sangue, em pessoas que consumiram tipos idênticos de alimentos, ilustra o quão personalizadas devem ser as escolhas alimentares”.

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