O pior festival de sempre

Este foi o pior festival de música do mundo!

Pergunta: eras capaz de pagar 1000€ para ir a um festival de música?
É claro que estamos a falar de um festival de música muito exclusivo. Localizado Bahamas, com um cartaz de luxo, convidados que incluem todas as supermodelos e influenciadoras que possas imaginar, catering gourmet e chalets junto à praia.


Não parece a descrição do pior festival de música do mundo, mas é!

A história do Fyre Music Festival conta-se no novo documentário do Netflix “FYRE: O Grande Evento que Nunca Aconteceu” e nós vimo-lo, para que tu não tenhas o de fazer. Mas podes, se tiveres muita vontade.
Tudo começou com uma ideia que tinha tudo para resultar: um festival de música, numa ilha privada e paradisíaca, com promessas de experiências únicas e exclusivas. O cartaz incluía nomes como Major Lazer, Disclosure e Blink 182. Emily Ratakowski, Bella Hadid ou Alessandra Ambrosio foram convidadas a promover o Fyre nas suas redes sociais. Os preços dos bilhetes acompanhavam a megalomania.
As expectativas eram enormes mas, em vez das praias paradísicas, modelos e chalets, quando os festivaleiros chegaram ao local encontraram isto…

E mais isto…


E este era o almoço…

Bill McFarland, o responsável por este desastre, ficou a dever milhões de dólares a funcionários e investidores e foi condenado a 6 anos de prisão.

Para a História, ficou “O pior festival de música do mundo” que prometia atividades como “Sunset no iate da Kylie Jenner” e acabou a distribuir uma sandes de queijo em pão de forma para o jantar.


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