As máscaras estão a dificultar o reconhecimento facial
O USO DE MÁSCARAS REPRESENTA UM GRANDE DESAFIO PARA OS SISTEMAS DE IDENTIFICAÇÃO
O uso obrigatório de máscaras tem dificultado os mecanismos de reconhecimento facial. Com a população a usar diariamente máscaras, estes sistemas têm tido dificuldades em reconhecer as caras das pessoas.
Na Ásia, nomeadamente na China, Japão e Coreia do Sul, a tecnologia adaptou-se e foram feitas melhorias nos sistemas de identificação, que já conseguem reconhecer uma pessoa com máscara 95% das vezes.
No entanto, no Ocidente as máscaras estão a ser um desafio para este setor.
“Os algoritmos de identificação europeus com as melhores capacidades para este contexto apenas têm 100 mil fotografias, um número muito insuficiente”, explica Lorena Jaume-Palasi, fundadora da The Ethical Tech Society, ao El País.
O reconhecimento facial já é posto em causa quando um rosto escurece. Por isso, a máscara veio representar uma maior dificuldade neste sentido.
Por outro lado, a identificação de pessoas é um tema controverso, e invoca algumas questões éticas. O controlo social, através da tecnologia – o chamado Big Brother - é frequentemente associado ao condicionamento da liberdade de cada um.
Em Portugal, o reconhecimento facial é usado pelo Laboratório da Polícia Científica para controlo de cidadãos estrangeiros nos aeroportos.
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