Segurança atingida por Ronaldo afirma que não gostava do jogador

ATÉ HÁ POUCO TEMPO, MARISA NOBILE NÃO SIMPATIZAVA COM CRISTIANO RONALDO, MAS UM GESTO DO JOGADOR FÊ-LA MUDAR DE OPINIÃO

Madalena Costa


A história que se criou à volta de Cristiano Ronaldo e de uma segurança do estádio já tem alguns capítulos e tem dado muito que falar.


Isto porque, inicialmente, se soube que o jogador português atingiu uma segurança com uma bolada, durante o aquecimento do jogo entre o Manchester United e os suíços do Young Boys, e largou tudo para se inteirar do seu estado de saúde.



Pouco tempo depois, percebeu-se que ambos falavam português e se entenderam na nossa língua no meio de uma equipa médica inglesa.


No final do jogo entre o Manchester United e Young Boys, na Liga dos Campeões, e no qual Ronaldo marcou um golo, a sua camisola com o número 7 foi oferecida à segurança, mais conhecida pelo nome técnico steward.


Perante a amabilidade e simpatia de Cristiano Ronaldo, a segurança revelou que ficou enternecida com o gesto do jogador português.


Só que, antes de tudo acontecer, a segurança Marisa Nobile não simpatizava com Cristiano Ronaldo. Foi a própria que o disse, numa entrevista ao Globoesporte, explicando que sentiu antipatia pelo jogador português depois de um episódio que aconteceu numa deslocação do Real Madrid à Suíça, há alguns anos.


Nesse jogo, Marisa, que é brasileira, acabou “a insultá-lo. Não sabia ao certo quem ele era e quando terminou o jogo, connosco há oito horas no estádio e a querermos ir embora, ele foi correr de novo e fazer exercícios no relvado. Não ia embora! E eu falei: 'Vai terminar ou não? Aqui é a Suíça, querido! E ele mandou-me para aquele lugar. Que cara grosso, nossa!”.


Depois desse incidente entre ambos, Marisa admitiu que “até ontem não gostava do Cristiano Ronaldo”, depois de ter tido um outro contacto com o jogador.


A preocupação do jogador do Manchester United conquistou Marisa, que afirma que “agora sou a Ronaldete número 1”.


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